Ap 6:1-2
"E eu vi quando o Cordeiro abriu um dos selos; e ouvi um dos quatro animais dizer, como em voz de trovão: Vem e vê. E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vencendo, e para vencer."
Os quatro cavaleiros representam forças históricas recorrentes: branco (conquista/falsa paz), vermelho (guerra), preto (fome/escassez), amarelo/pálido (morte e Hades). Não são eventos únicos futuros — são realidades que marcam toda a era entre as duas vindas de Cristo.
Ap 6:9-11
"E quando abriu o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que tinham sido mortos por causa da palavra de Deus, e por causa do testemunho que sustentavam. E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó Soberano Senhor, santo e verdadeiro, não julgas e vingas o nosso sangue sobre os que habitam na terra?"
Os mártires sob o altar: a morte dos santos é um sacrifício (thysiasterion — altar de sacrifício). O clamor 'até quando?' é a oração dos mártires por justiça. A resposta: descanso e espera — o julgamento virá no tempo de Deus.