Fp 1:12-14
"Ora, quero que saibais, irmãos, que as coisas que me têm acontecido têm redundado antes para o progresso do evangelho; de modo que os meus laços em Cristo se tornaram manifestos em todo o pretório e em todos os outros lugares."
O paradoxo da prisão: o que parecia obstáculo tornou-se oportunidade. A guarda pretoriana (soldados de elite) ouviu o Evangelho. A prisão de Paulo encorajou outros a pregar com mais ousadia. Deus usa as circunstâncias adversas para avançar o Evangelho.
Fp 1:21-23
"Para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. Mas se o viver na carne me der fruto no trabalho, então não sei o que hei de preferir. Porque de ambas as partes me vejo constrangido: tenho desejo de partir e estar com Cristo, porque isto é muito melhor."
O dilema de Paulo: viver = Cristo (não apenas para Cristo, mas Cristo mesmo é o conteúdo da vida); morrer = ganho (estar com Cristo). A morte não é perda — é ganho. Esta é a base da paz cristã diante da morte.