Rm 6:1-4
"Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado para que a graça abunde? De modo nenhum! Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele? Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte."
A resposta à objeção antinomiana é ontológica: o crente está morto para o pecado. O batismo simboliza e sela a união com Cristo na morte e ressurreição. A 'novidade de vida' (kainoteti zoes) não é possibilidade — é realidade que deve ser vivida.
Rm 6:11
"Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus."
Logizesthe — considerai, contai como realidade: Paulo não diz 'tornai-vos mortos' mas 'considerai-vos mortos' — a morte ao pecado já é realidade em Cristo; o imperativo é apropriar-se dela pela fé.